segunda-feira, 15 de março de 2010

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Semana Santa - dias de grandes riquezas

Estes dias que rememoram e celebram a Paixão e Morte de Cristo

Estes dias que rememoram e celebram a Paixão e Morte de Cristo são de uma extraordinária riqueza. Para usufruí-la convenientemente, faz-se mister uma reflexão sobre as lições que nos advêm do sofrimento redentor.

Todos os males que nos afligem tiveram início com o mau uso da liberdade: “perturbada a hierarquia de valores e misturando-se o bem com o mal, indivíduos e grupos amiúde olham somente os próprios interesses e não os dos outros”. Em conseqüência, a fraternidade é violentamente atingida pelo egoísmo, que se faz presente em toda a atividade humana. A única solução é purificá-la pela Cruz e Ressurreição de Cristo, aliás, indicada nos episódios celebrados na Semana Santa: Sofrendo a morte por todos nós, pecadores, ensina-nos com o seu exemplo, que deve ser também carregada à cruz colocada pela carne e pelo mundo sobre os ombros daqueles que procuram a paz e a justiça”, isto é, todos nós que não nos conformamos com o clima reinante em vários setores da sociedade.

Semana Santa:


As celebrações têm início no Domingo de Ramos, ele significa a entrada triunfal de Jesus, o começo da semana santa. Os ramos simbolizam a vida do Senhor, ou seja, Domingo de Ramos é entrar na Semana Santa para relembrar aquele momento.


Depois, celebra-se a Ceia do Senhor, realizada na quinta-feira Santa, conhecida também como o lava pés. Ela celebra Jesus criando a eucaristia, a entrega de Jesus e, portanto, o resgate dos pecadores.


Depois, vem a missa da Sexta-feira da paixão, também conhecida como Sexta-feira Santa, que celebra a morte do Senhor, às 15h00. Na sexta à noite geralmente é feita uma procissão ou ainda a Via Sacra, que seria a repetição das 14 passagens da vida de Jesus.


No sábado à noite, o Sábado de Aleluia, é celebrada a Vigília Pascal, também conhecida como a Missa do Fogo. Nela o Círio Pascal é acesso, resultando as cinzas. O significado das cinzas é que do pó viemos e para o pó voltaremos, sinal de conversão e de que nada somos sem Deus. Um símbolo da renovação de um ciclo. Os rituais se encerram no Domingo, data da ressurreição de Cristo, com a Missa da Páscoa, que celebra o Cristo vivo.



Fonte: CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil
http://www.cancaonova.com/




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